Eu criava galinhas e optei pela raça garnizé. Eram pequenos e coloridos e os machos brigavam entre si, eram impertinentes, abusados e valentes. Gostava deles. Tudo começou com a chocadeira construída para tomar um vazio que deixou a perda de um filho.
E ovos foram chocados. Gansos, codornas e garnizés. Começou ali, no quintal, e foi até a Serra. Era uma farra e uma festa para nós e nossos filhos. E todos me pediam um exemplar e vez ou outra levava alguns para irem trabalhar comigo onde seriam levados para uma nova residência.
Me veio à memória.
